CORTINAS DE FUMAÇA PARA DISFARÇAR INCOMPETÊNCIA!
(Pres. C. Eleitoral primeiro segurou as ATAS! AGORA, liberou-as sem APROVAÇÃO! Tudo irregular!)
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NOTA: em um ato de BOA FÉ, a Direção do IPUB nomeou uma colega indicada pelo autoproclamado “candidato de oposição” para presidir a Comissão. Dentre os muito equívocos (para dizer o mínimo) daquela presidência, está a invenção de um “VOTO DE MINERVA” para CASSAR O DIREITO AO VOTO de colegas do Departamento. Agora escreveu carta à Reitora acusando aquela Direção de mensagens antiéticas, sem mostrar exemplos. Diz a colega em sua carta (ver anexo): “Na tentativa de tentar esclarecer um pouco da situação delicada…”. Deixando de lado a tosca redundância, se alguém puder me dizer o que significa “esclarecer um pouco” eu agradeceria. Situações esclarecem-se ou NÃO! O resto é CONFUSÃO.
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O que está em discussão nas eleições do IPUB não é o currículo ou a biografia de alguém, mas a capacidade pontual de uma colega para exercer uma certa função. Deixemos de lado aspectos controversos e pouco verificáveis! Fiquemos apenas nos FATOS INDISCUTÍVEIS associados:
1- a ex-presidente da C. Eleitoral reteve as ATAS das reuniões daquela Comissão, não as aprovando em reuniões subsequentes. Trata-se de um desconhecimento (ou desrespeito) de um dos PRINCÍPIOS BÁSICOS que devem reger a COISA PÚBLICA: A TRANSPARÊNCIA. Sua INCOMPETÊNCIA para a função está plenamente configurada. Ter ela dito que isso se deu por “problemas de secretaria” aprofunda a conclusão, pois teve à sua disposição um SERVIDOR muito competente que lhe encaminhou as anotações feitas nas reuniões. Se havia “problemas”, por que não exigiu sua solução à DIREÇÃO DO IPUB? Deixemos de desculpas “esfarrapadas” (como diz o povo). Que a colega diga claramente: assim agiu por desconhecimento ou por abuso de seu direito de controle? A conclusão final será a mesma: incompetência. Ter ela dito (conforme assinalou o servidor em questão) que só liberaria as ATAS após o encerramento de todo o processo é demonstração de desrespeito ao grupo que liderava.
2- agora liberou rascunhos de ATAs sem os submeter aos participantes. Será preciso argumentar para convencer alguém das IRREGULARIDADES cometidas? A colega tentou consertar seu erro e produziu outro ainda pior. Na conclusão do rascunho de ATA (reunião em 01/6) podemos ler: “Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata que após aprovada será assinada por todos” (Profa Mônica P. dos Santos). É uma confissão de sua NÃO APROVAÇÃO, como teria sido OBRIGATÓRIO. Diz um ditado: “Caiu num pântano? Fique quietinho, senão afunda mais rapidamente”.
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AFINAL, O IPUB É OU NÃO UM MANICÔMIO? TENHAM CORAGEM DE DIZER!
A “Luta Antimanicomial” marcou época e o IPUB esteve envolvido nela diretamente. Agora, porém, aquele movimento está sofrendo de FALTA DE DEFINIÇÃO: o que seria, nos dias de hoje, um MANICÔMIO? Acham que fazem ciência, mas não conseguem sequer DEFINIR aquilo que querem atacar! Uma colega chegou a dizer em reunião eleitoral: “O manicômio vai ter que se encontrar com a luta antimanicomial!”. Seríamos nós o manicômio? FALEM COM CLAREZA e deixem de enrolação! Sei que os “colegas antimanicomiais” têm vivido um drama permanente: trabalhar no que chamam um “manicômio”, sem poder amar a instituição! Seria uma traição a seus ideais…já bem carcomidos, é verdade! Solução encontrada para conviver com o drama!? Enganam-se de que vão tornar o IPUB uma “outra coisa” que nunca definiram bem. Foi o que disse publicamente uma das colegas há algum tempo: “Só fico aqui por acreditar que posso torná-lo outra coisa!”. AUTOENGANO para seguir em frente! Estão aqui porque não conseguem viver longe daqui. Mas entram com um pé e deixam o outro de fora. Não fosse assim, estimulariam que os RMULTI participassem das atividades de toda a nossa comunidade acadêmica. Não é o caso: sua chefia tudo faz para mantê-los distantes das S. Clínicas e C. de Estudos, por ex., talvez por medo de “contágio”. Por isso mantém rédea curta e inventam “bichos papões”. O “candidato antimanicomial” chegou a aconselhar os jovens a ficar longe de mim para não se contaminarem! ACREDITEM, em reunião pública! Só debochando: já que o leão miou, sua luta agora é antimanico…MIAU”! Nossos colegas ameaçaram até retirar a RMulti do IPUB! Que blefe! Digam-me há nisso algum amor à INSTITUIÇÃO? Que os próprios RMulti aceitem a submissão, é de estranhar. Mas tudo isso só se deu por nossa OMISSÃO! Aceitamos que o grupo agisse como um “CORPO (quase) ESTRANHO” ao IPUB! Têm enorme importância, SIM, mas sua inserção é “até um certo ponto”! Isso precisa acabar: a RMulti é do IPUB, deve participar de todos os seus SERVIÇOS
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E VEIO A MEGALOMANIA: C. ELEITORAL COM “SOBERANIA”!
Deixando de lado o desgaste e o cansaço, ocorreram fatos que, contados a estranhos, produzem risadas. De minha parte, digo ser absolutamente necessário tirar todas as consequências e aprendizado das experiências; por piores que elas sejam! Pois bem: na última reunião do CONSELHO DIRETOR (IPUB), uma colega, revoltada com a condução da situação pela DIREÇÃO do IPUB (no uso de suas atribuições), disse que reuniu o “colegiado da Musicoterapia e que aprovou NOTA em defesa da SOBERANIA da C. Eleitoral”. Quanta desinformação! Quanta pretensão! Para ela não eram suficientes a defesa de Independência eAutonomia em relação à DIREÇÃO do IPUB, ao CCS e à REITORIA. Era já uma TOLICE de marca, mas ela parecia querer criar algo mais: uma NAÇÃO INDEPENDENTE no IPUB! Quem sabe com hino e bandeira específicos?! Quem votar nesse tipo de discurso deve se preparar para as consequências. Ninguém, dentre os que estão do seu lado nessa eleição, chamou sua atenção para o absurdo de sua fala. COLEGAS: estamos em um UNIVERSIDADE das mais respeitadas do Brasil e o mínimo que a sociedade espera de nós é o bom uso do VERBO e de conceitos…além de BONS PRINCÍPIOS, é claro!