IPUB-CONS. DIRETOR EXERCENDO PLENAMENTE SEU LEGÍTIMO PODER

(Um candidato—quem diria?—rebaixando o direito ao voto dos TRABALHADORES!)

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NOTA: Vinha eu defendendo um recurso à JUSTIÇA (para garantir o direito ao voto de colegas), pois: 

1- imaginava o nível de pressão que seria feita sobre a nossa DIREÇÃO; 

2- vinha aumentando a contestação dos adversários ao DIREITO dos Cons. Diretores para decidir sobre a formação de colégios eleitorais (apesar do seu formal e claro reconhecimento por nossa REITORIA); 

3- constatava estar a colega que dirigiu os trabalhos da C. Eleitoral se deixando usar como instrumento de provocação contra o C. Diretor por aqueles que a indicaram: ela renunciou e “desrenunciou” por duas vezes. 

 

Tudo estava encaminhado naquele sentido (vencidas algumas resistências entre pessoas próximas), quando a Reitoria fez mais uma INEQUÍVOCA manifestação reafirmando aquele DIREITO. Nosso PODER maior se manifestara e tudo estaria resolvido. Fiquei feliz pela não necessidade do recurso à JUSTIÇA. Havia apenas que providenciar a DISCUSSÃO dos CRITÉRIOS e sua APROVAÇÃO em reunião OFICIAL do Conselho. Ledo engano! Nem assim os adversários deixaram de lado o inconformismo. Elevaram suas provocações ainda mais. 

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Há meses, vínhamos solicitando um pronunciamento mais efetivo da Reitoria e do CCS sobre nossas eleições. Veio uma PRIMEIRA manifestação que, apesar de sua clareza, continuou sendo contestada e “relativizada” por alguns, especialmente pela “Pres. da C. eleitoral”. Por fim, a Reitoria não apenas reafirmou aquele direito como nomeou uma colega para OBSERVAR nossas eleições. Com isso, uma nova perspectiva se abriu para o futuro. Apesar do enorme desgaste que o atual processo está causando, uma boa herança poderia resultar: a participação mais efetiva das Reitorias nos processos de sucessão em todas as UNIDADES; sem perspectiva de intervenção direta, o que somente se daria em casos de flagrante desrespeito a REGRAS FUNDAMENTAIS previamente estabelecidas. Quem sabe não seriam elaborados até MANUAIS de orientação e estabelecimento de PRINCÍPIOS a serem respeitados? Caminhamos para isso e penso ser essa a única maneira de alcançar critérios aceitos universalmente. Nada nos diminui mais do que a aplicação de “continhas de bico de pena” sem PRINCÍPIOS, como alguns andam fazendo por aqui.

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E AINDA TEM GENTE CONTESTANDO O DIREITO DO CONS. DIRETOR!

Alguns dos colegas haverão de se envergonhar de terem tentado cassar o direito ao voto de membros plenos do Dep. de PSIQUIATRIA E MEDICINA LEGAL em um INST. DE PSIQUIATRIAQuem sabe não é a própria PSIQUIATRIA a ser cassada? Começa assim! O que dizer da atribuição a UMA colega o PODER de decidir quanto àquele direito?! Para se ter uma ideia da falta de PRINCÍPIOS de alguns colegas, pressentindo que o direito do voto pleno aos membros do Departamento seria aprovado (reunião de 08/7), tentaram “arranjos meia sola”

1- o candidato da oposição passou a propor “voltar aos critérios de 2018″*, quando apenas dois daqueles colegas da MEDICINA LEGAL votaram. Lembram-se das “continhas a bico de pena”? 

2- outra colega passou a defender que qualquer professor que tenha ministrado alguma aula por aqui (na MUSICOTERAPIA, e outras) também pudesse votar: “Se eles podem votar, os meus colegas também podem!”. Seria uma “feira eleitoral”…a “SOBERANIA do CAOS”! 

3- tentaram “transformar” a OBSERVADORA indicada pela REITORIA em um empecilho, em vez de solução. “Temos que dar as informações para ela CONDUZIR”. Tanto OPORTUNISMO! Não sabem o significado da palavra OBSERVAR?

Tendo a Direção demonstrado, pacientemente, que não recuaria no seu DIRETO de estabelecer, naquela reunião, o COLÉGIO ELEITORAL—segundo PRINCÍPIOS que serão apresentados à Reitoria e a ela submetidos—a tática eleitoreira mudou: decidiram se abster nas votações. Tudo isso, depois de múltiplas e falsas “questões de ordem” apenas para tentar bloquear o andamento do processo. (Desconhecem que NÃO se podem levantar essas “questões” durante votações?) Como tudo seguia bem, mudaram mais uma vez de tática: resolveram abandonar a reunião. Mas, antes disso, veio a manobra máxima: “o candidato” tentou promover uma reunião de seus adeptos dentro da reunião oficial e remota. Lembram-se dos “conchavos nos cantinhos”? Não são possíveis remotamente; só tomando em suas mãos a condução dos trabalhos! Bem… até já arrancaram o microfone das mãos do Diretor em reunião pública! Objetivo declarado do abandono: ferir o QUÓRUM! Apenas mais uma tortuosidade oportunista e inútil! Mas o pior estava por vir!

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“CANDIDATO” REBAIXANDO DIREITOS DE TRABALHADORES FRENTE AOS DOS ESTUDANTES!

Uma das razões alegadas por nossos colegas para uma NÃO DECISÃO pelo C. Diretor era a indefinição quanto ao DIREITO AO VOTO de estudantes e trabalhadores no IPUB. Apenas mais uma demonstração da INCOMPETÊNCIA da C. Eleitoral que tanto elogiam. Tantas reuniões “sem perder o foco do objetivo principal”? Mas a Direção tinha critérios claros a respeito para apresentar e discutir: fiéis ao PRINCÍPIO da INCLUSÃO e reconhecendo que, depois de cerca de 5 meses de vivência e trabalho no IPUB, qualquer adulto tem condições de fazer suas escolhas, propusemos que todos os residentes e estudantes dos nossos cursos de especialização tivessem direito ao voto. Por consequência e reconhecendo DIREITOS IGUAIS, independente de CLASSE SOCIAL, ESCOLARIDADE ou PROFISSÃO, propusemos que o mesmo critério fosse aplicado aos trabalhadores em atividade no IPUB. Como as novas turmas das Residências iniciaram suas atividades em 01/3/22, qualquer trabalhador que tivesse iniciado suas atividades no IPUB, até aquela data, teria também direito a votar. É discutível? Sem dúvida—e nossa Reitoria certamente o fará—mas ninguém pode negar ser esse um CRITÉRIO baseado em PRINCÍPIOS. Eu julgava que os colegas—que se dizem tão ligados às lutas do trabalhadores—ficassem inibidos de aplicar suas “continhas…” aqui também. Qual nada! Sua revolta atingiu o paroxismo! Foi quando resolveram abandonar a reunião. Deram-se conta do ABISMO em que estavam caindo ao inferiorizar trabalhadores? Todo um discurso (talvez não tão sincero) de suas vidas estava em xeque. Teriam fugido à discussão? Por isso, termino com um DESAFIOque os adversários apresentem seus argumentos para reafirmar ou contestar aquela DECISÃO. Que tal programar uma REUNIÃO OFICIAL com a nossa comunidade para a discussão desses critérios?

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*O que houve em 2018 foi uma tolerância, por nós, da falta de critérios. Como tínhamos como certa a vitória, aceitamos que alguns colegas votassem em uma urna separada, cujos votos sequer foram contados, tal a diferença obtida. Foi um erro. O não enfrentamento dos problemas faz com que eles retornem agravados.

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