VENTOS SOLARES…HELIOPAUSA…! NO COSMO? SÓ REPULSÃO!
(“Muralha de Hidrogênio”... “Choque de Terminação…e ainda falam em “Atração Gravitacional”! )
HELIOESFERA: QUE PODER TEM O NOSSO SOL!

“Protege” tudo à sua volta, contra forças desconhecidas. O equilíbrio dinâmico resultaria em “rotas constantes” no “plasma”, de densidade variável, dependendo da pressão. Esse equilíbrio de forças CONTRÁRIAS (tão mais razoável do que atrações) não é eterno! O que segue é apoiado nas observações dos maiores pensadores de seu tempo: GW LEIBNIZ e JOHN LOCKE. Caso se confirme, a “GRAVIDADE” terá sido o melhor exemplo dos “IDOLOS da TRIBO” (F. BACON, séc. XVI-XVII): CRENÇA que aprisiona as mentes impedindo sua crítica. E se nada disso fizer sentido, estarei em boa companhia
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“O sol e a lua giram em seu curso em função da REPULSÃO do ar!” Anaxágoras. Observar que a palavra “AR” foi hoje substituída por “FLUIDOS ou PLASMA”, invisíveis, mas atuantes. Ou seja: o VÁCUO foi apenas mais uma invenção desastrada de I. Newton.
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As sentenças abaixo, produzidas por ASTROFÍSICOS (ver em dezenas de publicações) implicam a admissão tácita: o COSMO é local de choques permanentes. Seu próximo passo, caso tivessem liberdade interior para ver e admitir, seria dizer em alto e bom som: “A atração ‘platônica’ entre os astros é uma QUIMERA!”. Essas descobertas deveriam obrigar a uma SEGUNDA REVOLUÇÃO CÓSMICA (depois de COPÉRNICO e GALILEU)! Qual nada: continuam falando de “ATRAÇÕES gravitacionais”, enquanto usam linguagem de disputa por espaço.
—“…uma frente de pressão atinge o choque de terminação, enviando onda de pressão sobre a heliopausa”
—“…átomos energizados, criados na COLISÃO do vento solar com o limite do Sistema Solar”.
—“…o vento solar se estende…ao “CHOQUE DE TERMINAÇÃO”, onde seu movimento diminui devido à PRESSÃO do meio interestelar”.
—“…Fora da heliopausa, haveria uma região TURBULENTA devida à PRESSÃO do avanço CONTRA o meio interestelar”.
—“…MURALHA de HIDROGÊNIO: região quente…composta de material interestelar interagindo com a borda da heliosfera”. Como disse Heráclito; “O conflito é o pai e a mãe de todas as coisas!”. Digamos: competição e luta!
Mas há um agravante para a conduta acrítica de Newton: houve uma antecipação dessa proposta por um seu contemporâneo, GW LEIBNIZ, seu desafeto. Em suas observações (abaixo) apresenta HIPÓTESES quanto ao porquê de os objetos tenderem a cair: forças externas (FLUIDOS) rompendo as barreiras da Terra, EMPURRARIAM os corpos em direção ao seu centro. Enfrentando todas as consequências da hipótese aqui abraçada, a relação LUA/MARÉS é a de compatibilização mais difícil. Fiquemos nos PRINCÍPIOS: 1– não é aceitável a exclusão da maior força do SISTEMA nas marés, o SOL; 2– há que pensar em uma tríade de forças na equação; 3– considerar reflexões da força de repulsão exercida pelo SOL sobre a lua, desviando-a em direção à TERRA e determinando as marés. Além disso, a CONSTÂNCIA das marés precisa ser levada em consideração. A hipótese é lógica e pode ser estudada.
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LEIBNIZ: PORQUE AS COISAS CAEM EM DIREÇÃO AO CENTRO DA TERRA!
Em princípio, tudo no UNIVERSO estaria em relação dinâmica; seria poroso e passível de reagir. Foi também o princípio por ele aplicado para descartar os ÁTOMOS, não reagentes com o restante da natureza: “…não admito porções perfeitamente sólidas na matéria…sem variações ou movimento particular em suas partes, como são concebidos os pretensos átomos”(LEIBNIZ, “Correspondência com Clarke”). Newton também decretara sua existência, mas foram definitivamente descartados por M. Curie, sem que Leibniz recebesse créditos.
—“…através de poros passa muita matéria não pesada…e outros FLUIDOS insensíveis, determinantes do peso dos corpos volumosos…O peso dos corpos sensíveis EM DIREÇÃO AO CENTRO DA TERRA deve ser produzido pelo movimento de algum FLUIDO” (Correspondência com Clarke, discípulo de NEWTON)
—“Sabemos, porventura, se as estrelas fixas não exercem influência sobre nós?…não podemos julgar seus efeitos sem conhecer a natureza interna daquilo (fluidos) que nos toca ou atravessa (“Novos Ensaios”, livro 4-VI).
Os próprios astrofísicos estão usando o termo “FLUIDO” (ou PLASMA) no mesmo sentido que LEIBNIZ antecipou!
Anaxágoras talvez tenha ido mais longe, refletindo sobre a queda de um meteoro em Aegospotami (467 AC): corpos celestes seriam atirados sobre a Terra à maneira dos estilingues usados nas guerras. Certamente aprovaria denominações aplicando o termo ” MURALHA”.
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E A GRAVIDADE?! ESTÁ CAINDO DE MADURA…QUASE PODRE!
Quando Newton DECRETOU a “lei da gravidade”—resquício ptolomaico, ignorando a existência de forças desconhecidas no Cosmo— os dois maiores pensadores da época (J. Locke e GW Leibniz) desconsideraram sua argumentação: “matéria atrair matéria” (o magnetismo não faz parte do raciocínio) era absurdo por 3 razões principais: 1- A tal atração não ocorria com a matéria que nos circunda; 2- Os corpos atuam apenas por IMPULSÃO (choque); 3- Seria inconcebível um movimento orbital sem que os corpos celestes fossem lançados tangencialmente pela força centrífuga.
Não demorou muito e Locke foi constrangido a se “retratar”: reafirmou não entender como seria possível a gravidade, pois“…não consigo conceber outra maneira de ação dos corpos senão por IMPULSÃO. Entretanto, convenci-me, pelo livro incomparável do judicioso Sr Newton, que seria muita presunção querer limitar o poder de Deus…”(J. Locke, citado por Leibniz). Violentando sua própria história, apelou ao MILAGRE para escapar, certamente temendo o poder de Newton. E dizer que Locke escrevera: “Amar a verdade por amor à verdade é a parte principal da perfeição humana; semente de todas as outras virtudes.”
Não demorou para que os newtonianos DECRETASSEM o “fim” também da FORÇA CENTRÍFUGA (chamando-a “pseudoforça”*), pois “atrapalhava” a hipótese do quase “deus”. A “gravidade”, que ninguém até hoje conseguiu medir**, ganhou o TRONO! Já a onipresente (em certas condições) força centrífuga foi rebaixada; tudo para atender aos caprichos do “rei”! Enquanto isso, GW LEIBNIZ nunca abandonou seus PRINCÍPIOS: “…não gostaria que fôssemos obrigados a recorrer ao milagre…e a admitir poderes e operações absolutamente inexplicáveis…essas VIRTUDES CENTRÍPETAS ou ATRAÇÕES DE LONGE...“! (“Correspondência com Clarke”). Já para Newton, tudo se resumiria a uma questão de fé e arbítrio: “…não fui capaz de descobrir a causa das propriedades da gravidade a partir dos fenômenos…é suficiente que a gravidade realmente exista…“. Difícil imaginar conduta mais contrária à CIÊNCIA!
………………………………….. FIM ………………………………………
*Outra tentativa de “salvar Newton” foi a criação do termo “fluidos não newtonianos” para as “gelecas”. Suas fórmulas não as explicam. Sua consistência parecem determinada por algo para além da mera mecânica (à qual Newton ficou aprisionado), envolvendo forças chamadas, à época e por Leibniz, METAFÍSICAS. Hoje sabemos que são determinadas pela energia intrínseca à matéria…sempre viva; para além da “res extensa”…e morta de Descartes/Newton. LEIBNIZ também DEMONSTROU a existência dessas forças (“DISCURSO DA METAFÍSICA”).
**Deram-se conta de que precisavam encontrar alguma partícula intermediando essa “atração”. Nunca a encontraram, mas já lhe deram um nome que mais sugere suco energético: GRÁVITON.