O MUNDO PARALELO DOS “PLURAIS”: HIPOCRISIA DEMAIS!

(“Palavras Embelezam as Paredes….”, mas só as dos “coleguinhas”!)

Vamos ver quanto tempo esse cartazinho vai ficar. Tem gente que é CONTUMAZ.
Tradução: “contu mais fazem, contu mais vão fazer”. Aguardem os próximos capítulos!

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Quem disse que viver em “mundo paralelo” é exclusividade dos golpistas de porta de quartel? Viver em bolha narcísica não é privilégio de classe, profissão, etc. O entendimento do processo é simples: querem porque querem e então, “vestem” e disfarçam seu desejo com falsos valores: “antimanicomiais” e outros. Por fim, dizem: “OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS”. Mas as verdades sempre terminam por se expressar, apresentamos abaixo 3 situações cujos absurdos ficam evidentes de imediato. 

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O MUNDO PARALELO-I: “Palavras nas paredes embelezam….”, mas as do “OGRO MALVADO” não!

Vamos rever a sequência dos fatos que culminaram na censura nas paredes do IPUB. Os coleguinhas, vêm, desde julho:

1– afixando cartazes acusando a DIREÇÃO de adiamentos do pleito (causados por eles mesmos). Não foram arrancados, mas;

2– os cartazes afixados pela Direção: “Cartazes anônimos mentem; emporcalham o IPUB e ofendem a INSTITUIÇÃO” foram arrancados ou cobertos pelos “plurais”.  

3– Desses, a Direção retirou apenas os cartazes que cobriam o cartaz OFICIAL, guardando-o para os interessados.

4– J. Vertzsman, Paula Cerqueira e outros afixaram cartaz me acusando de ter “arrancado cartazes com as próprias mãos”. 

5– Afixei, ao lado, cartaz criticando a baboseira, com fotos minhas retirando APENAS os cartazes que cobriam os da Direção. 

6– Eis que chego no dia 13/1 e constato: apoiados na “ISENÇÃO da nova DIREÇÃO”, retiraram só meu cartaz. O besteirol continuou lá. 

Há aí uma ABSURDO INSANÁVEL não é mesmo? A gente do povo falaria em “falta de vergonha na cara”. Eu prefiro MUNDO PARALELO!

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O MUNDO PARALELO-II: https://youtu.be/TRv836IaKpU (Reunião em 29/11).  

“A gente precisa ter um pouco mais civilidade” De uma “muito PLURAL”, depois de escorraçar colega.

Minuto 46:50– A reunião, convocada pela Direção, após a última suspensão do PLEITO (29/11), seguia seu curso e a Profa Ana Cristina Figueiredo fazia sua intervenção. Pode-se ver o topo da cabeça do Prof Márcio Gekker,  coordenador da M. LEGAL, que faz alguns movimentos sugerindo concordância com a fala. Eis que a Profa dispara em sua direção. 

“Por favor prof. eu estou falando! O Sr não tem carga horária de trabalho nessa casa, me desculpe!”

Deixando de lado a violência contra o colega e o Departamento, onde já se viu alguém não ter direito sequer de se expressar apenas por não ter carga horária (sic) em algum lugar? E ela continua:

“Eu não queria passar por essa coisa, mas eu tive que passar, pois essa é uma das questões que a gente tá lutando”

A tal “questão” é a EXCLUSÃO dos membros do Departamento mais ligados à M. Legal, uma agressão à história do IPUB e da Psiquiatria.

E veio o MUNDO PARALELO na sua maior expressão: “A gente precisa ter um pouco mais civilidade”

Quem sabe, nesse “a gente”, não havia uma confissão “muito PLURAL” por falta de civilidade? Quem aí já ouviu falar em PROJEÇÃO?

Por fim, o MUNDO PARALELO e seus “habitantes”: ofereci o sagrado DIREITO DE RESPOSTA ao colega, e vieram protestos dos “muito civilizados”. Garantido o DIREITO, o colega demonstrou, de forma bastante convincente, seus múltiplos papéis e atividades no IPUB. E ele estava mesmo concordando com a fala da colega!

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O MUNDO PARALELO-III:

“Ainda bem que você não é Servidor!: de outra colega “muito PLURAL”, a funcionário.

Essa talvez tenha sido a mais perversa das agressões, em função da fragilidade da situação do funcionário do Quadro Extra, que tinha apenas cumprido ordem expressa e pública da Direção (cortar a palavra interminável e não autorizada da própria)! O funcionário, de imediato: tirou férias, pediu para não mais assessorar a Direção em reuniões e relutou muito em entregar as mensagens ameaçadoras recebidas da Profa Beatriz Salles, a mesma que, quando criticada publicamente, chorou copiosamente, arrancando aplausos “PLURAIS”. Até hoje não se desculpou publicamente. E é bom não esquecer que, no seu tom ameaçador havia (ou assim foi entendido) um aceno de DEMISSÃO em caso de vitória dos “PLURAIS”. Era bazófia e fanfarronice, mas os “próceres plurais” até hoje não se pronunciaram. Não devemos esquecer, ainda, de que a colega interferiu nas relações da Direção do IPUB com seus funcionários (todo um serviço ficou em sobressalto), o que é inadmissível. 

Houve outras manifestações no mínimo pouco éticas, como as mensagens dos Profs Pedro Gabriel e Marcelo Cruz—ao adversário, que não liberou som ou transcrições—tentando combinar de impedir meu exercício da Direção na ausência do Diretor, mas as acima são suficientes para ter ideia clara de com quem estamos lidando. Afinal, e como diz o povo: “Quem faz UM cesto, faz um CENTO!”.

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O MAIS TRISTE: VER DECANIA E OUVIDORIA SE DEIXANDO MANIPULAR!

Em mensagem privada, a ouvidora listou uma série de DENÚNCIAS à Direção-IPUB, apresentadas pelos “plurais” aqui citados, que não tinham sido encaminhadas oficialmente até minha saída. Quem pode ter dúvida sobre a importância do DIREITO AO CONTRADITÓRIO, agora não tem mais. A colega chegou a falar em “envolvimento da Direção” e “constrangimentos provocados”. Ou seja: O JULGAMENTO estava feito e sem qualquer prova. Já dos abusos, ofensas e possível crime por eles mesmos cometidos, quantas provas para quem tem olhos para ver e ler! A maior expressão de HIPOCRISIA é ser tolerante para com atos perversos e condenar aqueles que lhes dão as palavras definidoras. Sei que serei (mais uma vez) criticado, por ter dito o que precisava ser dito e por pessoas que vão fugir dos fatos apontados. É minha árdua tarefa nessa vida! Dela não fugirei.

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SOU UMA ESPÉCIE DE “ADVOGADO DOS AUSENTES”!

É disposição fundamental; um cultivo permanente do espírito do CONTRADITÓRIO, talvez também por experiências infantis (pai que sofreu “alienação parental” e que protegi como pude). Assim, e como diz a gente do povo, “nunca compro o peixe como querem vender”. Conhecedor da tendência humana à manipulação, sempre tento como que reescrever, por outros ângulos, as histórias trazidas e pensar nos interesses de quem as conta. E quantas inconsistências encontro nelas! Sem isso, a manipulação é certa. Talvez por isso mesmo, meu ouvido nunca seja atingido por INTRIGANTES em geral. Somos responsáveis pelo que falamos, mas também pelo que ouvimos. Acusamos os intrigantes, mas não nos damos conta de que só em ambiente de desconfiança generalizada a INTRIGA prolifera.

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