IPUB: REITORIA JÁ TEM CANDIDATO! VAMOS DERROTÁ-LOS OUTRA VEZ?!

(Tentaram “Tratorar”….fracassou! Vão tentar esvaziar primeiro!)

Do atual reitor ao diretor do IPUB (jul-2019) “avisando” que o IPUB seria “lateralizado”. O resultado todos conhecem. Agora, Reitoria, Decania e Direção têm candidato…pode aumentar o gostinho da nossa VITÓRIA!

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A UFRJ é a maior latifundiária da Z. SUL!”: do agora reitor, prof. Frederico, tentando entregar territórios públicos ao uso privado e demonstrando sua ignorância em relação ao conceito; aquele mesmo que, em 2019, entrou por nossa porta dizendo “Vs vão ter que sair daqui!”.

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Uma curiosa e perversa associação entre grupos de interesses está se formando contra o IPUB (na minha opinião)…E os dois nem precisam combinar, pois uma disposição profunda os aproxima. Para um deles, o objetivo é bem concreto: o território pelo qual somos responsáveis. Já o outro, há décadas, vem tentando matar ou amordaçar o espírito que inspira a boa CLÍNICA PSIQUIÁTRICA desde sua fundação por E. Kraepelin. Ao reitor…já derrotamos em 2019. Agora, porém, como um bom “pescador de águas turvas”, parece ter visto uma oportunidade para nova investida. Já o inimigo interno (da clínica psiquiátrica) é mais sub reptício em seus movimentos e bem mais perigoso, pois se aproveita do desgaste natural da PSIQUIATRIA junto às mídias e tenta aprofundá-lo. Vivem falando em LUTA ANTIMANICOMIAL e até atacaram o IPUB como se fosse apenas mais um. Questionados diretamente, porém, tergiversaram. Dizer o que pensam seria improdutivo (para dizer o mínimo). Mas o que mais assusta é a possibilidade de alguns dos nossos trabalhadores “morderem a isca da comodidade”, passando a achar que “tá bom assim”, a partir do esvaziamento na PANDEMIA. Seria a senha para a decadência, pessoal e institucional. A instituição se perderia e a sociedade pagaria um alto preço.

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OS DISFARCES “PLURAIS” DOS QUE NÃO GOSTAM DA CLÍNICA PSIQUIÁTRICA!

Digamos de uma vez: o que está em questão, da parte dos “muito plurais”, são a IGNORÂNCIA e o NARCISISMOIgnorar não deve envergonhar ninguém. Afinal, todos ignoramos muito. O problema começa na necessidade de alguns em destruir aquilo que ignoram, típica do narcisismo. A ferida na vaidade se agrava quando sua própria atividade é sentida como PERIFÉRICA em relação à que é CENTRAL em um INSTITUTO cuja referência é a boa CLÍNICA PSIQUIÁTRICA. Mas, reparem bem: até por um objetivo, diante da melhora clínica—quando a questão essencial passa a ser a ressocialização—o protagonismo tende a se inverter. Os bons clínicos não têm problema algum em aceitar essa “entrega do bastão” aos que fazem isso melhor. Pelo contrário, ficam orgulhosos, mas do respeito não devem abrir mão! Já nossos “coleguinhas”, querem porque querem controlar todo um processo cujas bases desconhecem e cujos instrumentos terapêuticos mais do que ignoram: repudiam em princípio e “in limine”. E é bom reparar: o INTERESSE PÚBLICO passa longe nesses ataques. Mas o mais doloroso é ver a inibição de muitos (médicos e Res. Médic@s) em enfrentar o risco de serem classificados com os adjetivos que já cansei de ouvir. 

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“Viu só?! Outro dia chegou aqui amarrada e agora taí conversando” (em 13/01, de um guarda a um jardineiro, referindo-se a uma paciente internada que acabara de lhe fazer uma pergunta. “É…Essa tal de PSIQUIATRIA funciona mesmo, não é?”, meu comentário).

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CORTAR VAGAS! SÓ MUITA IGNORÂNCIA QUANTO AO TRABALHO EM REDE.

Envergonhei-me ao ouvir a diretora (sem voto)—de quem já fui vice—fazer a defesa do corte de mais da metade de nossas vagas para internação! Quando vão se convencer de que uma rede tão grande quanto a nossa, precisa de um local como o IPUB para acolher, atender, investigar e tentar equacionar seus casos mais graves? E a FORMAÇÃO de novos profissionais? Aprendam, por favor: para bem atender os casos mais leves, é imprescindível que a formação tenha se dado em torno da assistência aos mais graves. É um PRINCÍPIO! Além disso, como vamos formar bons clínicos sem um número mínimo desses pacs sob sua assistência mais direta? No dia a dia, sempre que conseguimos equacionar e vencer as piores fases de alguns pacientes, com o concurso dos RMulti, acredito que sua maneira de ver a boa clínica psiquiátrica vai mudar. Qual nada! Sua refratariedade à reflexão crítica cada vez mais se parece com o “MUNDO PARALELO” em que vivem os que foram para a frente de quartéis: narcisismo, não é exclusivide de certos grupos. Exagero? Talvez, mas o móvel (ou imóvel) é o mesmo: ficar como que aferrad@ a crenças sem lastro, com os ouvidos fechados para tudo o que as contraria. Mas o mais difícil é ver como Res. Médic@s não conseguem fazer ouvir sua voz e como cedem às “tropas de choque” barulhentas. Que se convençam: É HORA DA BOA CLÍNICA PSIQUIÁTRICA AFIRMAR SUA VOZ: no dia a dia e nas urnas!

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