M. OLAVO: PROCURANDO FILHOTES DE GAMBÁ NA MINHA GAVETA?
(Só recorrendo ao humor para lidar com tanta tolice! Pobre M. Olavo)
“Por que a possibilidade de eleição da chapa IPUB PLURAL causa tanto temor no grupo que está no poder há décadas? O que há para esconder?”. (Manoel Olavo)
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Certo dia, no auge da luta contra o “Viva…”, abri uma das minhas gavetas no IPUB e…saltou um filhote de gambá! Peripécias à parte, corre daqui…corre dali, conseguimos colocá-lo em uma caixa e liberá-lo em uma de nossas árvores. Era apenas a expressão máxima das maravilhas do IPUB! Dr Allan G. Dias participou da última fase. Foi o acontecimento mais potencialmente “mal cheiroso” encontrado nas minhas gavetas até esta data. O ataque do colega (ver abaixo) é tão coisa de “filhote” que me fez lembrar do fato inusitado. Cheguei a achar até que o tinham “plantado” lá. Que M. Olavo inclua o período da prof. Maria Tavares nesse “mesmo grupo” chega a ser ridículo. O que houve? Sofreu uma amnésia psicogênica ou ausência epiléptica? Está dizendo que eu mandava na colega? Que pergunte à amiga comum. Sou conhecido por dizer o que considero verdade até a quase inconveniência em um mundo dominado pelos “muito convenientes”. Se ele está buscando exemplos de “CONTORCIONISMO”, olhe para os lados. Perderam o rumo nos ataques a mim: 1- primeiro foi “O AGRESSIVO”, desmoralizado como “coisa de titio decadente”; 2- depois, veio a acusação de eu ter sido “Sobrinho de Fascista”, coisa de eugenia de fascista; 3- agora é “o que esconde algo”.
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QUE ESCÂNDALO: AMAR A POLÍTICA E NÃO QUERER CARGOS!
”Não é aceitável que o atual vice diretor, no cargo há mais de 20 anos (o que põe em dúvida seu autoproclamado desapego ao poder)…”
Uma pessoa tão versada na língua e não sabe distinguir PODER de CARGOS! Só para esclarecer, a figura de DIRETOR SUBSTITUTO não implica mandato. Pode ser substituído a qualquer momento. Sim eu adoro o poder, mas não o FORMAL! Antes, o de conquistar meus próprios talentos; de aplicá-los de maneira frutífera para uma comunidade qualquer; de perceber que influencio a vida das pessoas… Chega a ser inebriante!. Já em relação aos CARGOS…Como estou sempre tentando agir segundo PRINCÍPIOS sei que os acordos implicados podem estragar tudo. Aliás a grande fonte de prazer é o…poder, que não precisa ser confundido algo SOBRE os demais. O tal PRINCÍPIO DO PRAZER, não era princípio coisa nenhuma (Freud o reconheceu em “Além…). A maior fonte de PRAZER é a tomada de posse de VOCÊ MESMO; “Torna-te o que és”. Mas isso, colega, só se alcança com autonomia, enfrentamentos e desprendimento: falta de expectativa de agradar e certeza de não abrir mão de suas verdades para obter aprovação. O perigo é que eu me torne uma caricatura de mim mesmo. Estou alerta e tenho um critério para avaliar se já entrei nesse rumo: a CAPACIDADE DE SURPREENDER! Caricaturas são previsíveis! E, nesse quesito, acho que não perdi nada. Curiosamente, o colega Pedro Gabriel disse o mesmo que M. Olavo (no final da reunião de 29/11, presentes L. Lessa e J. Adelino):“Não é normal…v. ficar 20 anos como vice-diretor”. Tentava marcar “encontro” sem a minha presença* (dito com todas as letras, o que lhe pareceu…normal).
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“ASSÉDIO, CASSAÇÃO DE PALAVRA…VIOLÊNCIA…”!
“Não é aceitável o lamentável espetáculo de assédio, pressão, cassação da palavra e violência institucional…em nossa comunidade acadêmica…” (Eu completaria: em lugar nenhum! Só alertar)
Seria bom que o colega apresentasse exemplos, se possível DOCUMENTADOS, como os que vou apresentar de pessoas próximas a ele. Sem isso, dará a impressão de irresponsabilidade e de ter se tornado mais um discípulo de GOEBELLS: “uma mentira repetida 1000 x torna-se verdade”. Nossos colegas são mestres em INVENTAR NARRATIVAS, basta ver os papelotes mentirosos emporcalhando o IPUB. Como, do meu lado, ninguém desfaz suas narrativas, assumo a responsabilidade. Refere-se ele, certamente, à solicitação formal que fiz a uma A. Social que denunciara estarem ocorrendo internações no IPUB SEM INDICAÇÃO! Era grave e pouco responsável, como se viu depois. O tal “ASSÉDIO” foi solicitar a ela que apontasse UM dos casos para que pudéssemos INVESTIGAR. Nada além disso. A DIREÇÃO estava APENAS cumprindo suas OBRIGAÇÕES. Gostam de PREVARICAR? Apontem outras situações! Já do “lado de lá” (sic):
1- Assistimos (reunião 29/11) a atitude mais GROSSEIRA que já vi um@ colega adotar para com outr@. Falava ela, defendendo teses da CHAPA 2, quando um colega do DEP. DE PSIQUIATRIA E MED. LEGAL disse algo baixinho: “O que que v. tá falando?! Nem devia estar aqui…não cumpre horário na instituição”. Mais do que um “CALA A BOCA”, soou como um “PASSA FORA”! Meu queixo quase caiu e o colega também ficou abismado. Dei a ele DIREITO DE RESPOSTA…Protesto geral do pessoal PLURAL! Aprofundavam o “PASSA FORA”! Mas acabou sendo ÓTIMO, pois o colega pode desfiar publicamente todas as atividades que realiza no IPUB há muito tempo.
2- Uma colega da MUSICOTERAPIA ameaçou trabalhadores (por escrito) dizendo: “Ainda bem que v. não é SERVIDOR!”. Impossível não associar com “Quando ganharmos, v. vai ver só…” (ou variantes no mesmo espírito). NÃO! Eu sei que os demais colegas NÃO COMPACTUAM com essas ameaças, mas nada justifica sua OMISSÃO em não a desautorizar. Pelo contrário, ela foi aplaudida de pé (por outras falas, é verdade, e depois de muita choraminga). Na reunião anterior, escrevera no chat: “C…., ninguém está interessado na sua opinião, só no seu voto”. Quantalhaneza no trato, não!? Em outra reunião disse, julgando que um trabalhador cometera erro na contagem de votos: “É ATO FALHO…rá rá rá…”. Mas o erro…era dela mesma. Assim como o duplo ato falho! E eu sou o violento!!! Disso posso concluir que eu devo ter mais poder….aquele a que me referia acima…do que penso. Qualquer movimento meu provocar grandes reações, nem sempre agradáveis pelo visto.
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TRANSFORMADO EM “SUPER HERÓI”, SÓ QUE…DO MAL!!
“Não é aceitável que o atual vice diretor…se lance como candidato apenas para atacar uma candidatura”
TRADUÇÃO (da frase infantil): o joguinho estava todo arrumado; o outro candidato seria presa fácil, e então…eis que “chega o MALVADÃO e desmancha a armação”! Bem…se meus “ataques” fossem inofensivos, estariam vibrando.
“Não é aceitável que uma comissão eleitoral legítima seja desfeita pela atual direção, por discordar de uma decisão dela”.Finalmente um “viúvo confesso do VOTO DE MINERVA”! À sua volta todos se envergonham do tal “VOTO…” e fingem não ter nada a ver com isso. Têm muitas razões para ter essa vergonha, mas reconhecer o mau passo é obrigatório.Por fim, segue em anexo o desarrazoado do colega, que parece ter pesadelos comigo.
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*No tal encontro, o muito “PLURAL” teria tentado negociar “uns votinhos” com a Direção. Começou com 9 e acabou com o muito SINGULAR: “unzinho só”. Tudo isso tentando GOLPEAR a decisão do C. Deliberativo mais representativo de nossa história e arrastar o DIRETOR para seus conchavos. Há alguma prática mais ANTI INSTITUCIONAL?
À COMUNIDADE ACADÊMICA DO IPUB/UFRJ
Este é um comentário sobre o processo de escolha do diretor, que se arrasta há meses.
A atual direção do IPUB se esforça para tornar natural o espetáculo de ilegalidade, violência, assédio, difamação e manipulação de regras eleitorais que ocorre em nossa instituição. É um processo tão cheio de ilegalidades que já ocorreram diversas manifestações de instâncias superiores da UFRJ, interrompendo-o. Não é natural, nem é aceitável.
– Não é aceitável que o atual vice diretor, no cargo há mais de 20 anos (o que põe em dúvida seu autoproclamado desapego ao poder), se lance como candidato apenas para atacar uma candidatura e apoiar a outra em debates, renunciando a seguir.
– Não é aceitável que uma comissão eleitoral legítima seja desfeita pela atual direção, por discordar de uma decisão dela.
– Não é aceitável que a atual direção, em acordo com uma das chapas, mude as regras do processo eleitoral por conta própria, em pleno andamento da eleição, impondo o direito de voto de professores da medicinal legal que sequer exercem atividades ou tem carga horária no IPUB.
– Não é aceitável que a atual direção casse o direito de voto de professores da Musicoterapia, lotados e com carga horária no IPUB.
– Não é aceitável que a atual direção constitua um conselho deliberativo irregular, cuja composição não reflete o desenho da instituição, e imponha decisões que favorecem a chapa por ela apoiada.
– Não é aceitável que este conselho seja coordenado pelo atual vice-diretor do IPUB, que declarou apoio verbal e por escrito a uma das chapas. Configura-se claro conflito de interesses.
– Não é aceitável que o atual vice-diretor transforme o site institucional do IPUB em seu blog pessoal, usando-o para postar ofensas e ameaças contra seus pares acadêmicos. A mesma coisa é feita nos e-mails institucionais do IPUB.
– Não é aceitável o lamentável espetáculo de assédio, pressão, cassação da palavra e violência institucional em nossa comunidade acadêmica, incluindo a Musicoterapia, funcionários e alunos.
Destacamos, a toda comunidade do IPUB/UFRJ, a importância do respeito às regras institucionais na condução de um processo eleitoral. E, sobretudo, a importância do respeito no trato com pares acadêmicos. A volúpia do poder não pode justificar a violência. Acima de interesses desta ordem, está o respeito ao ambiente universitário e à nossa centenária instituição, o IPUB/UFRJ.
Por último, cabe perguntar: por que a possibilidade de eleição da chapa IPUB PLURAL causa tanto temor no grupo que está no poder há décadas? O que há para esconder?
Manoel Olavo Loureiro Teixeira
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