COMADRES ELEITORAIS ATACAM NO IPUB: “QUEM COCHICHA….”!
(Trama digna dos 3 Patetas! Tentaram completar o TRIO, mas…!)

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NOTA: os próceres da Chapa “IPUB- PLURAL” enviaram ao Dr Leonardo Lessa (candidato que querem derrotar) mensagens propondo retardar todo o processo para que eu (eu mesmo) não mais esteja na sua coordenação. Esclarecendo: o DIRETOR Titular estava afastado por motivos de SAÚDE. Sabem muito bem que eu desmascaro seu repertório imenso de manipulações. Ouvi os áudios e estou aguardando a liberação por aquele que os recebeu. Essas mensagens foram uma penúltima indignidade. A última será criticar o colega por ter revelado seu conteúdo. Reparar que: 1- não as solicitou; 2- não assumiu qualquer compromisso com eles; 3- considera nunca ter deixado margem para alguém achar nele identificação com seu conteúdo. Só há uma explicação racional para aquele ato: esperavam SUBMISSÃO e SUBALTERNIDADE do outro candidato. Diante do meu pedido de sua reflexão quanto a ele ter, de alguma forma, deixado margem a essa PROMISCUIDADE, foram criadas dificuldades entre nós ainda em superação. Somos responsáveis também pelo que OUVIMOS. E digo mais: um silêncio seu implicaria CUMPLICIDADE com uma trama de GOLPE contra a estrutura hierárquica do IPUB. Receber esse tipo de mensagem OFENDE e faz pensar: “O que estão pensando de mim?!”. Em uma instituição que preza a sua história, essas mensagens seriam suficientes para um repúdio generalizado. É o que vamos ver! Afinal, quem vota está se identificando com práticas. Considero CUMPRIDA minha tarefa: as eleições estão marcadas.
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A importância social de nossas vidas é dada mais pelas INIMIZADES que criamos do que pelas amizades que cultivamos. Os motivos são fáceis de entender: é indicador de que a pessoa lutou e influenciou algum caminho da sociedade. Ninguém se preocupa em atacar os “bonzinhos”. Para conquistá-los bastam afago e sedução. No meu caso, em particular e como “não sou candidato a nada”, meus inimigos enfrentam uma dificuldade especial: encontrar interesses escusos para atacar. Não encontrando, apelam para o ataque a um certo “perfil” por eles mesmos inventado e que tentam colar em mim. Há sempre ouvidos para a fofoca! Como são psiquiatras, parecem fazer uma “avaliação clínica muito abalizada”. E então, a “cobra mordeu o próprio rabo”, pois passaram a fazer aquilo que dizem condenar: o uso de diagnósticos e traços de personalidade para desclassificar pessoas. A última fofoca veio de um paciente no pátio: “As MULTIS estão falando mal do Sr à beça!“. E desfilou tolices e nomes que me apressei em esquecer! Reduziram a “LUTA ANTIMANICOMIAL” a uma “LUTA ANTIMÁRCIOAMARAL”? Não se apequenem tanto! Assim, vou me sentir um Gulliver cercado por Liliputianos! Grandes lutas podem ter OCASOS ridículos: quando se tornam apenas máscaras esfarrapadas!
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MAS QUE INIMIGOZINHOS CHINFRINS EU FUI ARRANJAR!!!
Com inimigos assim—capazes de apelar para fofocas de comadres e de “botar a cara na janela” para apanhar—meu papel social não parece ser tão grande! Afinal, “nosso papel social é dado mais pelos inimigos do que pelos amigos…”? PACIÊNCIA! Podemos escolher os amigos, mas os inimigos….esses…é como o povo diz: “São os que temos para o almoço…!”. Quer dizer…é apenas um dito popular, não me julguem mal. Fiquem no sentido figurado. Mas o melhor de tudo vai ser deixar claro para a DECANIA/REITORIA e outros colegas o quanto se deixaram manipular desde antes do “Voto de Minerva”. Foi compreensível. Agora, sem ter mais a quem manipular—os colegas são mestres consumados no quesito—apelaram para manipular o outro candidato. É tolice demais, convenhamos, sem contar que esse julgamento poderia ofender! Mas a grande verdade é que o maior temor dos dois era que eu ACERTASSE onde todas as suas manobras falharam. Seria a refutação prática de suas teses acerca da “minha maneira de ser” e (quem sabe?) um abalo profundo no seu próprio olhar para a vida? Se é que pode haver ali alguma profundidade!
“Não peça que perdoem seus erros! Eles SÓ perdoam seus erros!” (F. Nietzsche).