IPUB: CANDIDATO PORTA-VOZ DA COMISSÃO ELEITORAL!?
(Direção do IPUB sendo difamada por um engano tolo e sem consequências)

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NOTA: há mesmo quem tenha um enorme talento para a intriga! Como nunca tivemos votos de alunos de graduação, a DIREÇÃO-IPUB se esqueceu, na convocação para reunião do C. Diretor, de assinalar o direito ao voto dos alunos da MUSICOTERAPIA. Foi o suficiente para que os DIFAMADORES tirassem proveito. A quem interessar possa: aquele voto nunca esteve em questão, muito menos ameaçado. Quem andou tentando CASSAR voto de PROFESSORES foram os inventores de “Votos de Minerva”!
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A DIREÇÃO do IPUB sempre esteve à disposição para contatos com os membros das Comissões Eleitorais aqui formadas e também a partir de sugestões da DECANIA.
Se houve alguma restrição a contatos, veio exatamente da sua Presidente, a PROFa M…., que não apenas não respondeu a muitas das nossas tentativas de contato, como reagiu a elas como “INTROMISSÃO, ASSÉDIO”, etc.
Sendo assim, qual não foi a surpresa da DIREÇÃO ao receber mensagem do “candidato de oposição” pedindo um adiamento de decisões do Cons Diretor-IPUB, referentes à composição do Colégio Eleitoral, até que a Comissão Eleitoral apresentasse um pronunciamento a respeito. Detinha ele alguma informação muito especial? Não tínhamos nenhuma ideia de que algo assim estaria sendo preparado. A Com. Eleitoral precisa de porta-voz? O que impediu a PROFa M…., ou qualquer membro da C. eleitoral, de fazer contato com a direção do IPUB apresentando a demanda? Seriam muito bem recebidos e sua demanda levada em consideração.
O colega não se deu conta de como um contato desse tipo pode ser interpretado? Afinal, foi dele a indicação da Profa para a Pres. da Comissão Eleitoral cujos trabalhos fracassaram, em função de uma tentativa de EXCLUSÃO do direito ao voto de vários colegas. Contrariamente à Direção do IPUB, ele parece ter trânsito livre com a colega sem ser acusado de intromissão…
Mas há, na sua mensagem, um parágrafo que é muito revelador (em azulzinho no original): “Temos interesse em chegar a um consenso que permita a realização do processo de consulta à comunidade com regras compartilhadas com todos os participantes”.
O que quis ele dizer com “regras compartilhadas”? Eu pensava que regras seriam apenas: justas, práticas, úteis, etc. Soou como convite a “Conversas ao pé do ouvido”; senha para “arranjos” sem PRINCÍPIO, típicos da politicagem que impera no Brasil.
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COM A PALAVRA, O CONSUNI! (como humildemente defendo há tempos)
A situação está agora entregue ao CONSUNI, segundo o PARECER da nossa PROCURADORIA. É o que venho defendendo desde antes das discussões eleitorais OFICIAIS, tendo publicado vários textos a respeito. Nosso primeiro pedido (PÚBLICO) de intermediação da Decania se deu em março de 2022, depois da comunicação da sua procura pelo “pré-candidato de oposição”, sem comunicar a ninguém, antes ou depois. Vício antigo de politicagem contumaz!? Na ocasião, o Decano chegou a se desculpar junto ao nosso Diretor (testemunho do Diretor) por ter recebido o “pré-candidato”. Infelizmente, a Decania perdeu a oportunidade de promover um regramento de eleições. Alguém já disse: “Omissões são como BUMERANGUES: sempre voltam na cabeça de quem se omitiu!”.
Não há “conversas privadas” que resolvam questões que precisam ser absolutamente PÚBLICAS.