CCS: ESTABELECENDO PRINCÍPIOS PARA ELEIÇÕES EM UNIDADES!

(Resgatados os DIREITOS da nossa Direção!)

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Depois de alguns movimentos um tanto ambíguos—que deixaram margem à conclusão quanto a estarmos sob intervenção—a DECANIA estabeleceu aquilo por que vínhamos lutando há meses: parâmetros claros para a sucessão nas DIREÇÕES de UNIDADES. Foram deixados de lado seus CONSELHOS DIRETORES, dada sua não previsão no REGIMENTO (nosso e certamente de várias outras unidades). Penso ser uma fragilidade a ser corrigida, não somente por nós, mas por todos. Decisões UNIPESSOAIS de DIRETORES, nesse tipo de situação, devem ser evitadas, até porque e com frequência, Diretores são candidatos à reeleição, o que não ocorre hoje no IPUB. A rigor, esses Conselhos são previstos em REGIMENTOS mais elevados e funcionam em quase todas as UNIDADES, inclusive no IPUB. Reconheço que, dada a situação atual, foi uma boa medida a suspensão das suas decisões. O risco que corremos é a submissão da VIDA às mentes BUROCRÁTICAS, uma vez que, na VIDA e em função da vida, esses CONSELHOS existem, funcionam e têm desempenhado importante papel. O lado bom da crise atual há de ser a obrigação de nossas instâncias superiores a estabelecer parâmetros claros não somente para esses CONSELHOS, mas para a sucessão em todas as nossas UNIDADES. Quem sabe a produção de uma CARTILHA a respeito?

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DA BOA-FÉ QUE ORIENTOU E ORIENTA NOSSA DIREÇÃO!

Para que se tenha ideia das disposições de boa-fé que orientam nossa Direção, a Pres. da C. Eleitoral (por ele formalizada) se deu indicação do candidato autointitulado “DE OPOSIÇÃO”. A criticar há o fato de nosso Diretor não ter submetido essa formalização às demais candidaturas. Certamente não poderia imaginar que seriam lá criados “VOTOS DE MINERVA” resultando até na EXCLUSÃO do direito ao voto de alguns professores, membros efetivos e plenos do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal, aplicando “critérios” inaceitáveis em qualquer fórum isento. Desnecessário é dizer ser aquela uma Comissão com papel de coordenação das etapas mais propriamente executivas do PROCESSO ELEITORAL: marcação e coordenação de DEBATES e outros procedimentos essenciais ao seu bom andamento. Nosso diretor não tinha por que aceitar aquela EXCLUSÃO de colegas.

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POR QUE DEIXARAM MARGEM PARA A IMPRESSÃO DE INTERVENÇÃO?

Quem parece ter razão é o colega que, pouco antes da reunião (22/7), disse-me: “Se deixaram levar e agora não sabem o que fazer!”. E eu acrescento: formaram um julgamento a nosso respeito—há mesmo quem seja mestre na arte da manipulação—e se esqueceram dos rituais essenciais às coisas públicas. Fomos taxados de autoritários, etc. No que diz respeito a mim, porém, eu teria inventado um tipo de autoritário totalmente diferente: aquele que não quer poder formal e nunca dá ordens. Se de mim emana algum poder, deriva da certeza de tomar o INTERESSE PÚBLICO e o que julgo mais justo como referência; o que não significa estar certo. E o que mostram os vídeos dos nossos debates? Quem ouviu gritos “ameaçadores”, fui eu; quem sofreu provocações, “gritinhos” e gestos ofensivos durante suas falas, fui eu; quem teve microfone arrancado das mãos enquanto falava, foi o nosso Diretor. A própria INSTITUIÇÃO-IPUB foi atacada publicamente por quem presidia a C. Eleitoral….e nós somos os agressivos. Curioso, não é mesmo? Mas o mais interessante se deu ao final do segundo debate. Sabendo que eu não tinha mais tempo de fala (é contumaz na prática), o “candidato da oposição” me desrespeitou. Eu não “tinha seriedade; não era sério…etc.”. De imediato pedi o 1 minuto de resposta. A coordenadora (que coordenou muito bem) prometeu conceder dali a pouco, completando que eu “fosse com calma”. Pouco depois, ao me passar a fala, repetiu o conselho de “vai com calma”. Tinham “feito a cabeça” dela também! Eu nem a conhecia e tinha boa impressão a seu respeito. Sorri e produzi um dos meus melhores “1 MINUTO”. Assinalei a confusão que os pernósticos fazem entre SERIEDADE e SISUDEZ: fingem seriedade, mas não passam de histriões sisudos. Fiz sua associação com WITZEL, o melhor exemplo de sisudo nada sério, cujo nome em alemão (piada, chiste) é já sua maior indicação. Há mesmo alguns sisudos nem um pouco sérios entre nós e muita gente pronta para cair na esparrela.

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RESUMINDO NOSSAS DISCUSSÕES QUANTO AO DIREITO AO VOTO!

1- Que uma eventual nova C. Eleitoral respeite o DIREITO ao voto de todos os membros do Departamento de Psiquiatria e M. Legal, além dos votos dos Profs ligados diretamente ao IPUB, é claro. 

2- Que seja reconhecido o direito ao voto dos trabalhadores EXTRAQUADROS, cuja ligação DIRETA com a UFRJ/IPUB é já reconhecida legalmente (e de fato) até nos seus direitos trabalhistas. Não podem ser penalizados por uma deficiência que decorre do exercício de poder perverso vigente no Brasil e seu descaso com o S. Público. É bom também não esquecer: cerca de 20 colegas, que hoje são terceirizados, foram EQ. Deixaram-se convencer por uma argumentação que resultou em seu próprio prejuízo. Devem ter seus direitos a VOTO respeitados. 

3- Já o possível direito ao voto dos “TERCEIRIZADOS” tem defesa mais frágil, uma vez que sua ligação principal é com uma EMPRESA. 

No mais, estabelecidos alguns PRINCÍPIOS, as discussões devem se dar em torno deles. 

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