“PÉROLAS” DE VULGARIDADE EM DENÚNCIA MALOGRADA

(Da OITIVA do meu denunciante, Dr Daniel Pagin; ver texto anterior)

OITIVAS são acontecimentos muito sérios, exigindo até alguma solenidade. Por definição, visam esclarecer circunstâncias relativas a acontecimentos graves. Temos todo o tempo para falar e responder a perguntas formuladas por pessoas (em princípio) preparadas; é gravada, transcrita e apresentada para correções de pequenas incompreensões eventualmente ali contidas. Por fim, assinamos cada folha do depoimento. As sentenças emitidas por meu ACUSADOR (Prof. Daniel Pagnin), além de frequentemente mentirosas, são de uma vulgaridade impressionante; inaceitáveis até em bate-papos de academia de ginástica (antigamente falavam “em mesa de bar”). Algumas resvalam até para a esfera do crime de DIFAMAÇÃO (afirmar que eu disse certas coisas). Cotejadas com a pompa que cercou sua DENÚNCIA (por “faltas contumazes e abandono de serviço”) e suas cobranças ao nosso Diretor (I. Saúde Coletiva)—“instruindo-o” como deveria agir e lançando no ar ameaças generalizadas—mostram que sua aposta era no medo e no silêncio. Quando submetida aos procedimentos-padrão, com competência, toda a pompa ruiu, ilustrando famoso dito: “A montanha pariu um rato!”. Sem conseguir resistir à blague, diria: atirada sua “OITIVA na peneira…”, ficaram “pérolas de vulgaridade”. O resto…era pó!

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FALAS DO ACUSADOR NA OITIVA A MEU RESPEITO:
“…no dia 8/10/2019…faz essa recusa. DIZ que está impossibilitado de exercer plenamente sua função na UFF”. 

Confundindo a INSTITUIÇÃO com sua pessoa. No dia 07/10/19 recebi Email do próprio ORDENANDO sumariamente: “Comparecer ao Departamento no dia 09/10, às 12:00…trazer comprovantes de atividade”. Nem um juiz dá ordens assim, e para 2 dias depois. E ele sabia que eu estaria, nesse dia, exercendo plenamente minha função na UFF: No GRAGOATÁ e no HP. JURUJUBA. Era um ritual de humilhação. Avisei que não iria e esperei outro contato. Desse dia em diante, passou a me dar faltas em quase todos os dias, independente das minhas atividades. ELE MESMO ERA A REFERÊNCIA ÚNICA.

…uma pessoa que DIZ que não vem trabalhar…por ocupar cargo de vice-diretor em outra instituição…”.  
Nunca pensei, disse ou escrevi algo parecido. Ele mesmo DIZ (na oitiva, ver abaixo) que não me conhece. Então, tudo caiu no “disse que disse…que outro disse”. E foi nessas base que fez acusação gravíssima!

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CONTROLE DE FREQUÊNCIA: MEIAS VERDADES E MENTIRAS INTEIRAS

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PERGUNTADO quanto a se me comunicara as “faltas” atribuídas:
R- “Não! Eu segui o que me deram como orientação…da própria PROGEPE” (REITORIA) 
Repassar responsabilidades é ato indigno.

REPETIDA A PERGUNTA, gaguejou:

R- “Olha é…as medidas ficaram bastante…Eu imaginava que ele ciente, tomando ciência das faltas…o servidor toma a iniciativa de justificar…No caso dele eu sabia que não ia acontecer, mas imaginava que ele, de alguma forma, repensasse…Em nenhum momento ele contestou as faltas…”. 

Eu teria que me justificar por faltas que não existiam, sem saber que eram lançadas! Aliás, ao que tudo indica, ninguém no MSM o sabia. Foi operação quase clandestina. Sua subchefe disse que se informou da situação somente a partir dos meus emails.
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As arguidoras, então, perguntam como controlava a frequência individual dos demais professores!
R- “De acordo com a atividade…Isso a gente sabe pelo convívio…a gente conhece, a gente convive com os professores”
A ISONOMIA no tratamento foi para o espaço com essa confissão de atos a mim dirigidos. Os critérios, para mim, ERAM DIFERENTES e depois de ignorar minhas atividades. 
Por fim, talvez cansadas de sua tergiversação, as entrevistadoras fizeram a pergunta direta: Havia ou não um controle geral da frequência? Resposta: “Não há!”
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DESPREZO POR OUTRAS ESFERAS DO SABER

PERGUNTADO se sabia se eu ministrava disciplina à PSICOLOGIA

R- “Exerceu uma…até era disciplina da PSICOLOGIA que foi extinta”

Um psiquiatra desprezando a PSICOPATOLOGIA e a semiologia (semeîon = sinais + logos = estudo), é de lamentar! Estão na origem da própria psiquiatria e (por entrechoque permanente) também da psicologia! Imagino-o até fazendo o típico  gesto de desprezo com as mãos. Extinto estava o respeito por ali.

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R- “…que ele dava aula ao Curso de Psicologia e ponto final!”. Sem comentários! 
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R- “A partir de 2019 ficou sem nenhuma atividade…”. Aqui uma mentira inteira, pois sabia (ver abaixo) que eu ministrei a disciplina nos dois semestres daquele ano
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R- “Atualmente, nenhuma!”. Dito no final de 2020, é uma quase verdade; construída a partir da minha EXCLUSÃO ativa das atividades. Lembrou-se de que eu recebia (no IPUB) INTERNOS da UFF até a atividade ser também eliminada. 
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R- “Não lançou as notas da disciplina que ele dá…”. Traindo-se ao admitir saber que eu ministrava disciplina, cujas NOTAS foram lançadas onde é previsto. Aliás, demonstrou descaso para com a PRIVACIDADE dos alunos em relação às suas notas, ao incluir a lista dos meus 35 alunos. Se ali estivessem agora seriam públicas. Nosso colega “muito moderno” precisa fazer uma reciclagem em relação aos DIREITOS dos ALUNOS
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DO CONFLITO DECLARADO (a partir já do seu primeiro contato após assumir chefia, 07/10/19): “Comparecer nesta quarta-feira (09/10/2019) às 12 horas para reformulação de  seu plano de trabalho…traga as comprovações da produção acadêmica”
Quem assume chefia e vai iniciar contato com um colega que quer “enquadrar” (admitamos), é esperado que registre sua nova função e que o convoque para um encontro (podendo sugerir horários ou oferecer alguns) onde será discutido plano de trabalho, etc. Antecipar atividades nas quais sua participação seria importante, é de bom tom. Naquele tom e sem prazo, era inaceitável. Respondi que nem um juiz, ou quem comanda um inquérito policial, age assim: sem dar prazos e exigindo comprovantes em 48hs. Além do arbítrio, era uma declaração de DESCONFIANÇA. Avisei que não iria, esperando nova marcação e terminei: “…adote as medidas que achar por bem e prepare-se para responder por elas”. E então os golpes baixos começaram, até que a luz foi lançada sobre os fatos: “quem foi buscar lã está saindo tosquiado”
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